Terremotos explicados: falhas, ondas e Richter
Falhas travam e rompem, enviam ondas; cada grau Richter vale 32 vezes mais energia.

Falhas que travam e rompem
Placas travam 100 anos nas falhas enquanto o esforço soma 5 centímetros anuais. Ao romper, blocos saltam 10 metros em 10 segundos. O Chile 1960 deslizou 20 metros ao longo de 1.000 quilómetros.
Rupturas enviam ondas rápidas a 6 quilómetros por segundo e ondas lentas a 3,5 quilómetros por segundo. Prédios de 10 andares balançam mais quando ondas de 1 segundo chegam a 100 quilómetros do epicentro.
Escalas e sobrevivência
A escala Richter é logarítmica: magnitude 9 libera 1.000 vezes mais energia que magnitude 7. O Chile 1960 chegou a 9,5 com 2.000 mortes, o Japão 2011 marcou 9,1 com ondas de tsunami de 40 metros.
Não se prevê o dia, mas o alerta dá 60 segundos a 100 quilómetros. A regra é Agache Cubra Segure sob mesas firmes, depois cheque gás e reservas de 3 dias.
- Falhas travam 100 anos e rompem
- Ondas de 3,5 a 6 km por segundo
- M9 é 1.000 vezes M7
- Chile 1960 foi magnitude 9,5
- Japão 2011 foi 9,1 mais tsunami