Explosão cambriana: por que a vida explodiu há 541 M
Há 541 milhões a vida animal explodiu em 20 milhões de anos com trilobitas e anomalocaris predador.

Vinte milhões de anos de invenções
A explosão cambriana começou há 541 milhões e coube quase todos os filos em 20 a 25 milhões de anos. No folhelho canadense Burgess de 508 milhões jazem 200 espécies, de trilobitas de 5 centímetros a anomalocaris de 1 metro com braços e olhos compostos.
Antes só flutuavam moles de Ediacara, mas os mares cambrianos ganharam em 10 milhões conchas, patas, mandíbulas e olhos de 5 lentes. O oxigênio subiu a quase 15 por cento, blooms de plâncton nutriram cadeias, e tocas de 2 centímetros mostram primeiras escavações.
Por que foi tão rápido
Três gatilhos se uniram: oxigênio sobre limiar de 10 por cento, corrida de olhos e blindagens, e genes flexíveis que fazem segmentos. Assim que um predador teve olhos de 30 centímetros, a presa quis conchas de 3 milímetros, e a seleção girou mais rápido com gerações de 1 ano.
O degelo de geleiras bola de neve soltou fósforo, continentes inundaram 2 milhões de quilômetros quadrados de mar raso, e cálcio para conchas abundou. Resultado eterno: peixes, dinossauros e humanos reusam olhos, patas, tripas e cérebros cambrianos.
- Início: há 541 milhões de anos
- Duração: 20–25 milhões explosão
- Sítio: Burgess, 508 milhões, 200 espécies
- Estrelas: trilobitas, anomalocaris 1 metro
- Causas: oxigênio, corrida olhos, genes