Proterozoico: catástrofe do oxigênio e células complexas
De 2,5 bilhões a 541 milhões de anos o oxigênio inundou o ar e surgiram eucariotos e vida multicelular.

Grande oxidação e eucariotos
O Proterozoico foi de 2,5 bilhões a 541 milhões de anos atrás, quase 2 bilhões de anos que montaram o mundo moderno. Há 2,4 bilhões de anos cianobactérias bombearam tanto oxigênio que o metano colapsou, o ferro enferrujou em formações listradas, e anaeróbios morreram na catástrofe do oxigênio.
Há 1,8 bilhão de anos uma arqueia engoliu uma bactéria que virou mitocôndria, criando por endossimbiose eucariotos com núcleo. Essas células grandes levavam 10 a 100 vezes mais DNA, esqueleto proteico e depois cloroplastos de uma segunda cianobactéria.
Multicelulares e final bola de neve
Há 1,5 bilhão de anos algas vermelhas e algas de 1,2 bilhão mostram primeiros corpos multicelulares de dezenas de centímetros. O sexo com genes misturados chegou há 1 bilhão e acelerou a evolução, enquanto criaturas moles de Ediacara com 635 milhões cobriam o fundo.
O éon acabou com dois gelos bola de neve há 720 e 635 milhões de anos, quando o gelo chegou ao equador por 10 milhões de anos. O degelo soltou nutrientes, o oxigênio subiu, e predadores com tripa e olhos prepararam a explosão cambriana.
- Proterozoico: 2,5 bi a 541 milhões de anos
- Oxidação: 2,4 bi, ferro listrado
- Eucariotos: 1,8 bi, mitocôndrias
- Multicelular: algas de 1,5 bi
- Bola de neve: gelos 720 e 635 milhões