Arqueano: primeira vida sob céu de metano
De 4,0 a 2,5 bilhões de anos surgiram as primeiras células há 3,8 bilhões sob névoa laranja de metano.

Primeiras células sem oxigênio
O Arqueano durou de 4,0 a 2,5 bilhões de anos atrás, 1,5 bilhão de anos onde a vida nasceu. Há 3,8 bilhões de anos, traços químicos e estromatólitos australianos de 3,5 bilhões mostram micróbios erguendo montes em mares rasos.
O céu era laranja de névoa de metano e sem oxigênio, então as células viviam de fermentação e depois fotossíntese anoxigênica. Oceanos eram quentes e ricos em ferro, continentes eram ilhotas vulcânicas, e o dia tinha só umas 15 horas.
Início dos continentes e rochas velhas
Os primeiros continentes cresceram quando arcos vulcânicos colidiram e se soldaram em crátons duros que sustentam Canadá e Groenlândia. As rochas mais velhas — gnaisse Acasta no Canadá com 4,03 bilhões e rochas Isua na Groenlândia com 3,8 bilhões — são desse tempo violento.
Há 2,7 bilhões de anos, tapetes microbianos cobriam plataformas e geravam o resíduo do futuro oxigênio. Impactos suavizaram, rios, praias e planícies de maré se espalharam — berçários perfeitos para fotossíntese e divisão celular.
- Arqueano: 4,0 a 2,5 bilhões de anos
- Primeiras células: há 3,8 bilhões
- Ar: névoa de metano, zero oxigênio
- Fósseis: estromatólitos de 3,5 bilhões
- Rochas: Acasta 4,03 bi, Isua 3,8 bi